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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

ENTREVISTA: NOVO COORDENADOR-GERAL DE SAÚDE DA REGIONAL DE SOBRADINHO, DR. PAULO LISBÃO, ASSUME E FAZ PLANOS


Morador da cidade, o médico ginecologista aposta em uma gestão tranqüila, diz que dará continuidade aos projetos antigos e foca a atenção primária como maior necessidade da saúde em Sobradinho, além da reestruturação do ambiente hospitalar


JS-    Por onde o senhor passou até chegar aqui?

Formado em medicina pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNI-RIO, em 2001, tenho especialização em ginecologia e obstetrícia e gestação de alto risco, com este treinamento realizado no Hospital Universitário Gaffrée e Guinle do Rio de Janeiro. Sou servidor de carreira da Secretaria de Saúde desde o ano de 2006, tendo trabalhado até então na Regional de Saúde de Brazlândia. No HRBz exerci os cargos de médico assistente da clínica de ginecologia e obstetrícia, supervisor de emergência, Diretor de Atenção à Saúde e Coordenador Geral de Saúde. Fui nomeado Coordenador Geral de Saúde de Sobradinho em 29/08/2013. Sou um apaixonado pela medicina e pela gestão pública, e chego à Regional de Saúde tendo com focos principais melhorias na promoção, prevenção, atenção e recuperação da saúde da nossa população.

JS-    Qual a expectativa para a nova gestão?

A criação de um ambiente de trabalho tranqüilo, e a criação de serviços de saúde acolhedores para a nossa clientela são primordiais, bem como a aproximação da Coordenação Geral dos colaboradores e da população. Sem essas iniciativas a melhoria dos serviços prestados aos usuários não ocorre. Mas o maior desafio é sem dúvida a implantação de medidas estruturantes para a saúde da cidade, como a inversão do modelo assistencial baseado na assistência hospitalar para àquele focado na atenção primária, e o planejamento das ações em saúde a médio e longo prazo para uma cidade que cresce vertiginosamente e que cada vez mais exige serviços de saúde em quantidade e com qualidade.

JS-    O senhor pensa em dar continuidade nos projetos da antiga gestão? O que a população pode esperar?

Todas as iniciativas em andamento, como a instalação do Complexo da Saúde (Clínica da Família, UPA e Centro de Atenção Psico-Social) em Sobradinho II, reforma de unidades básicas de saúde e de setores do hospital, como o pronto-socorro de pediatria e a enfermaria de clínica médica serão continuadas. A população pode esperar uma Coordenação vibrante, integrada aos anseios da comunidade e profundamente envolvida na melhoria dos serviços de saúde oferecidos em nossa cidade. Não podemos esquecer a vocação histórica do Hospital Regional como centro de formação de profissionais na área de saúde que será sempre incentivada e valorizada.

JS-    Haverá algum enfoque principal de gestão e ou preferência de trabalho?

Valorização da atenção primária, com aumento de cobertura da população assistida pela Estratégia de Saúde da Família é uma meta a ser cumprida. Reestruturação de alguns serviços hospitalares e adequação de espaços no Hospital, para melhoria do atendimento e das condições de trabalho dos servidores também são objetivos a serem conquistados. Enfim, o enfoque será global, buscando evidentemente a melhorias de todos os serviços de saúde ofertados em nossa Regional.

JS-    Hoje, para o senhor, qual a maior necessidade da Regional de Sobradinho?



Sem dúvida a adequação das ações de saúde para melhor distribuição e atenção à saúde da população assistida na Regional, bem como a reestruturação da nossa unidade hospitalar frente à demanda crescente de nossa clientela, que pela qualidade dos serviços prestados não ser restringe apenas a população da cidade, mas sim de toda a região norte do Distrito Federal e entorno.


Da redação - Fonte Amandda Souza/HRS

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