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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

MALDITA SECA

  
A seca mata o gado
Deixa o homem desnutrido
Compromete as gerações
Por onde passa
Árvores desfolhadas
Gravetos e fumaças
Veredas sem nascentes
A seca é muito triste
Por isso tem inveja
Do sorriso sertanejo
Da cultura do caboclo
Das mulheres aguerridas
A seca é infinita
Sua sina é o dinheiro
Que se planta nos palácios
Longe, muito longe
De tudo que não é sagrado
E que se faz desumano
Desde de sempre.

* Gerigeo


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