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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

MEIO AMBIENTE: MARGENS DO RIBEIRÃO SOBRADINHO RECEBERÃO 10 MIL ÁRVORES NATIVAS


Ação ocorre nos dias 6 e 7 de dezembro com objetivo de recuperar área degradada

O plantio de 10 mil árvores nativas nas margens do ribeirão Sobradinho, que há 20 anos sofre ações de deterioração, será feito nos dias 6 e 7 de dezembro, com o auxílio de moradores e estudantes da cidade, segundo cronograma divulgado nesta quarta-feira (4) pela Adasa.

Segundo a entidade, outras ações a serem realizadas para reduzir os impactos ambientais são: intensificar as fiscalizações de captação irregular para promover a regularização com outorgas; monitorar a qualidade da água; e conscientizar a população para conservar e proteger o local.

O ribeirão, que nasce próximo ao condomínio Alto da Boa Vista e tem 28km de extensão até chegar ao rio São Bartolomeu, sofre impactos que se refletem na qualidade da água, poluída na maioria do trajeto.

O diagnóstico da situação - elaborado por um Grupo de Trabalho do GDF - apontou como solução a revisão das vazões e do consumo nos condomínios que possuem captação subterrânea nas nascentes do ribeirão, a implantação de programas de uso racional da água e a repressão de comportamentos perdulários.

O estudo também detectou a necessidade de desenvolver um Sistema de Informação Geográfica (GIS), com dados e informações sobre a bacia hidrográfica do ribeirão Sobradinho. O foco será na qualidade da água, flora, fauna, sedimentos, ocupação de solo, usuários, esgotos, resíduos, drenagem pluvial e licenciamento ambiental.

IMPACTOS NEGATIVOS - O ribeirão Sobradinho, a 22km de Brasília e com área de drenagem de 153km², sofre impactos por desmatamentos e impermeabilizações desde a sua nascente. Além disso, como resultado da ocupação irregular do solo ao longo de suas margens, as águas pluviais se misturam com o esgoto clandestino e resíduos sólidos urbanos.

Após passar pela estação de tratamento da Caesb e desembocar no rio São Bartolomeu, o ribeirão percorre 17km ao longo de propriedades rurais, chácaras e áreas públicas, onde consegue se recuperar parcialmente e receber contribuições de águas oriundas de três ribeirões tributários ao longo dessa trajetória.



Fonte: Agência Brasilia com Informações da ADASA/Foto: Mary Leal / Arquivo

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