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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

SAÚDE DOBRA O NÚMERO DE MAMOGRAFIAS EM 2013


Anualmente, 62 em cada 100 mil mulheres no DF desenvolvem câncer de mama

No Dia Nacional da Mamografia celebrado em 5 de fevereiro, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) comemora a realização de cerca de 45 mil mamografias, em 2013. Esse quantitativo superou o número de exames do ano anterior, que contabilizou 20.833. O aumento se deve à aquisição de mais três Unidades Móveis de Saúde da Mulher no ano passado, totalizando quatro carretas, que também oferecem ecografias e preventivos de câncer de colo do útero (Papanicolau).

A mamografia é o exame de raio-X mais preciso para diagnosticar o câncer de mama. “Mulheres a partir dos 50 anos são eleitas para o rastreamento desse tipo de câncer, por apresentarem maior risco para desenvolver a doença. Mesmo que não haja sintomas, elas devem fazer a mamografia de dois em dois anos”, alerta a gerente de Câncer da SES/DF, Cristina Scandiuzzi.

Segundo ela, as mulheres de 50 a 69 anos são as que mais se beneficiam do exame, pois a cada mil mamografias é possível evitar até cinco mortes pelo câncer nessa faixa etária. A maioria dos médicos solicita a mamografia com o objetivo de detectar alguma alteração na mama enquanto ainda há possibilidade de cura ou dependendo da idade com uma prevenção. Anualmente, 62 em cada 100 mil mulheres no DF irão desenvolver câncer de mama.

Para ter acesso à mamografia a paciente deve procurar o centro de saúde ou a equipe de Estratégia de Saúde da Família (ESF) mais próxima de sua residência. O exame pode ser realizado nos hospitais regionais de Sobradinho (HRS), Paranoá (HRP), Asa Norte (Hran), Taguatinga (HRT), Hospital de Base (HBDF), Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), Central de Radiologia de Taguatinga (CRT) ou Hospital Universitário de Brasília (HUB) e nas quatro Carretas da Mulher.

“Pacientes de 50 a 69 anos que não fizeram mamografia, nos dois últimos anos, embora não tenham o pedido médico podem se dirigir às salas da mulher nos centros de saúde ou às equipes da ESF para que o pedido seja providenciado”, comenta a coordenadora das Ações Programáticas em Mastologia, Fernanda Salum.

Por Patrícia Kavamoto, da Agência Saúde DF

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