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Secretaria de Estado da Casa Civil - DF

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

IPTU - DF


GOVERNO QUER AUMENTAR O IPTU PARA GARANTIR OS SALÁRIOS DOS SERVIDORES

SEGUNDO O SECRETÁRIO DE FAZENDA, ALTERNATIVAS SÃO NECESSÁRIAS

O EXECUTIVO VAI ENVIAR À CÂMARA LEGISLATIVA UMA PROPOSTA PARA A REVISÃO DA TABELA DO IPTU (FOTO: EBC)

 O Executivo vai enviar à Câmara Legislativa uma proposta para a revisão da tabela de valores venais dos imóveis, usada para o cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU). Segundo o governo do DF, o aumento é consequência do reajuste a 32 categorias de servidores públicos, o que complicou o caixa. Segundo o GDF, o rombo é de R$ 890 milhões, mas, com o pagamento dos reajustes em outubro, o valor subirá para R$ 1 bilhão.

Segundo o secretário de Fazenda do DF, João Antônio Fleury, 81% da receita é utilizada para o pagamento dos salários, incluindo o Fundo Constitucional. “Temos que buscar alternativas para as despesas, que vão além dos salários”, explicou. Fleury argumenta que o reajuste no IPTU é inevitável, pois está “defasado”.

“O IPTU do DF é defasado, é o mais barato do Brasil. Essa correção é feita em todo o Brasil, todos os anos”, disse o secretário. Ele garante que para 2017 o governo não trabalha com nenhum outro reajuste. Mesmo assim, Fleury não descarta novos aumentos caso o Brasil não se recupere da crise financeira. “A expectativa é que o Brasil volte a crescer, mas se isso não acontecer, teremos de tomar outras medidas para reduzir a despesa. O problema não é exclusividade do DF.”

Atualmente, o governo conta com 133 mil servidores. Segundo o secretário, o programa de demissão voluntária está em andamento e deve ser encerrado no final de dezembro deste ano.  “O GDF vem cortando. Não foi suficiente porque herdamos uma dívida de R$ 2,4 bilhões com fornecedores e prestadores de serviço. Mas vamos fazer os cortes necessários”, completou.
Em relação ao reajuste prometido para este mês de outubro, o secretário disse que o governo está se esforçando para cumprir o prometido. No entanto, pode haver a necessidade de parcelamento.

 Fonte: Diário do Poder/DF

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