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quarta-feira, 12 de julho de 2017

SOBRADINHO - ESPORTE


Gramados de dois estádios de Brasília são renovados

Reforma no Augustinho Lima e no Rorizão atendeu à demanda de times do Campeonato Brasiliense. Serejão e JK também receberão melhorias

(*) Vinícius Brandão

Foram finalizadas as renovações dos gramados dos estádios Augustinho Lima, em Sobradinho, e Joaquim Domingos Roriz (Rorizão), em Samambaia. Os dois campos estão em fase de crescimento da vegetação antes de serem passados aos cuidados das administrações regionais, o que está previsto para agosto.


Reforma no Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, atendeu a demanda de times do Campeonato Brasiliense.

Parte de demandas de dirigentes de times do Campeonato Brasiliense de futebol, as renovações também abrangem os estádios Juscelino Kubitschek (JK), no Paranoá, e Elmo Serejo Farias (Serejão), em Taguatinga.

Segundo o diretor-presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Júlio Menegotto, os quatro estádios foram escolhidos pelos dirigentes quando eles apresentaram as demandas. “O JK está na metade do processo, com 50% do gramado renovado, e a licitação do Serejão precisou ser refeita porque havia um serviço não previsto”, informa.

Correspondente ao padrão exigido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para receber jogos do campeonato nacional, a nova grama usada é do tipo Bermuda. Ela é bastante resistente a pisoteio e a altas temperaturas e tem boa capacidade de regeneração.

Os gramados removidos são reutilizados pela Novacap para outras obras, como o paisagismo da pista de bicicross em Sobradinho

Os gramados removidos são reutilizados pela Novacap para outras obras. Por exemplo, o do Augustinho Lima serviu para fazer o paisagismo da pista de bicicross construída ao lado do estádio.

Reformas tornarão estádios acessíveis

Passada a fase de renovação dos campos, haverá reformas em outras partes das construções. “Essas obras serão voltadas para tornar os estádios acessíveis. Além disso, falta segurança em questões como rotas de fuga e de incêndio”, justifica Menegotto.

Como a intenção é ter o menor gasto possível, esses trabalhos serão feitos à medida que o governo conseguir recursos ou emendas parlamentares para o pagamento.


(*) Fonte: Vinícius Brandão, Edição: Marina Mercante, Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

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