TERÇA-FEIRA DE CINZAS
(*) Joel Pires
Mais um dia sem chuva. É manhã de feriado, 7 de setembro. Acordo cedo, e o sol já castiga. Faz 30 graus em Brasília. Sopra um leve vento, quase nada. Leio o jornal, acompanho as notícias sem entusiasmo. Vejo os acontecimentos pela tevê, banalidades. Desfile militar: uniformes, armas, calor. Fogo. Há vários focos de incêndio no cerrado. Seis mil militares marcham na Esplanada dos Ministérios, disciplinados. Um milhão de reais é o custo. Lula participa do evento cívico pela última vez como presidente. Dona Marisa exibe um vestido esvoaçante, amarelo. O fogo consome a vegetação. As cinzas se espalham pelo Planalto Central. Indiferente, vou ler Rubem Braga.
Mais um dia sem chuva. É manhã de feriado, 7 de setembro. Acordo cedo, e o sol já castiga. Faz 30 graus em Brasília. Sopra um leve vento, quase nada. Leio o jornal, acompanho as notícias sem entusiasmo. Vejo os acontecimentos pela tevê, banalidades. Desfile militar: uniformes, armas, calor. Fogo. Há vários focos de incêndio no cerrado. Seis mil militares marcham na Esplanada dos Ministérios, disciplinados. Um milhão de reais é o custo. Lula participa do evento cívico pela última vez como presidente. Dona Marisa exibe um vestido esvoaçante, amarelo. O fogo consome a vegetação. As cinzas se espalham pelo Planalto Central. Indiferente, vou ler Rubem Braga.







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