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sábado, 25 de outubro de 2014

Projeto Câmara Mirim fará simulação inédita de reunião da CCJ



Pela primeira vez, o projeto Câmara Mirim, do site infantil Plenarinho, vai simular neste ano com crianças uma reunião de comissão da Câmara dos Deputados. Será na quarta-feira (29), às 9 horas, na CCJ, a Comissão de Constituição e Justiça.

Quarenta alunos da Escola Classe 1 de Sobradinho (DF) vão reproduzir o rito de uma reunião normal da comissão, com apresentação, discussão e votação do relatório de um dos três projetos de lei vencedores do Câmara Mirim.

Na quinta-feira (30), também às 9 horas, o relatório produzido pela reunião da CCJ será debatido e votado por aproximadamente 400 deputados mirins no plenário Ulysses Guimarães, na chamada Sessão Mirim. Em sua nona edição, o evento no plenário reúne alunos do ensino fundamental de todo o Brasil para simular uma sessão de votações da Câmara. As propostas são dos próprios participantes do Câmara Mirim.

Nas edições anteriores do projeto, os estudantes participavam apenas desta etapa do processo legislativo, sem a fase de comissões da qual vão participar os alunos de Sobradinho.

Fase de discussão

Ana Marúsia, coordenadora do site Plenarinho, destaca a importância de as crianças conhecerem também a fase da discussão nas comissões para o trabalho legislativo. "O Plenário é o coroamento de tudo que é feito anteriormente, de todas as discussões, dos seminários, das audiências que as comissões organizam, inclusive com a presença da sociedade para então se desdobrar no final, nas discussões e votações no plenário Ulysses Guimarães", explica.

Como ainda se trata de uma atividade piloto, apenas uma turma de estudantes foi selecionada para a reunião na CCJ: a do professor Carlos Campos da escola de Sobradinho. O professor foi um dos seis vencedores do concurso nacional de projetos pedagógicos promovido pelo Plenarinho e pelo programa Missão Pedagógica, da Câmara. A proposta de Campos – o projeto República em Sala – atribui aos estudantes diversas funções dos Três Poderes, do Banco Central e da imprensa.


Fonte:  Agência Câmara

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