*Ana Pompeu
A Secretaria de Educação do Distrito Federal concluiu, após três meses de investigação, a sindicância que apurava o desperdício de merenda escolar em um colégio de Sobradinho II. O resultado isentou a direção da unidade de ensino, e a culpa foi atribuída a seis pessoas, sendo três servidoras, uma funcionária terceirizada e duas pessoas sem vínculo com o colégio.
A denúncia foi feita em 22 de fevereiro, quando uma ex-aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 7 divulgou um vídeo no qual três sacos de cereais e dois de leite em pó, ainda dentro do prazo de validade, foram rasgados e jogados no lixo, supostamente, por ordem da direção. De acordo com a Secretaria, esta ordem de descarte não existiu, mas houve má fé na produção e edição do vídeo.
Uma das servidoras foi advertida, mas as outras duas não tiveram penalidade por serem primárias. A funcionária terceirizada foi devolvida à empresa de origem. A escola ainda recebeu visitas da Diretoria Regional de Ensino para receber orientações sobre a manipulação dos alimentos.
A chave do depósito do CEF 7 também mudou de mãos. O resultado da investigação vai ser enviado ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para que o mesmo se manifeste sobre a abertura de um processo na esfera judicial e todos os envolvidos possam ser julgados.
(*)Assista reportagem do G1/DFTV-Globo em anexo, clicando no título deste artigo...
Por Ana Pompeu/Correio Braziliense
A Secretaria de Educação do Distrito Federal concluiu, após três meses de investigação, a sindicância que apurava o desperdício de merenda escolar em um colégio de Sobradinho II. O resultado isentou a direção da unidade de ensino, e a culpa foi atribuída a seis pessoas, sendo três servidoras, uma funcionária terceirizada e duas pessoas sem vínculo com o colégio.
A denúncia foi feita em 22 de fevereiro, quando uma ex-aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 7 divulgou um vídeo no qual três sacos de cereais e dois de leite em pó, ainda dentro do prazo de validade, foram rasgados e jogados no lixo, supostamente, por ordem da direção. De acordo com a Secretaria, esta ordem de descarte não existiu, mas houve má fé na produção e edição do vídeo.
Uma das servidoras foi advertida, mas as outras duas não tiveram penalidade por serem primárias. A funcionária terceirizada foi devolvida à empresa de origem. A escola ainda recebeu visitas da Diretoria Regional de Ensino para receber orientações sobre a manipulação dos alimentos.
A chave do depósito do CEF 7 também mudou de mãos. O resultado da investigação vai ser enviado ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para que o mesmo se manifeste sobre a abertura de um processo na esfera judicial e todos os envolvidos possam ser julgados.
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