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sábado, 10 de dezembro de 2016

BOLETIM DE OCORRÊNCIA NA REGIÃO NORTE DO DF


PM APREENDE ÊXTASE E LSD NO FLAMINGO SHOPPING

(*) Romeu Pires

 
Na madrugada desse sábado (11/12), por volta das 00h40, policiais do 14º Batalhão de Sobradinho apreenderam 45 comprimidos de êxtase, um selo de LSD e 500ml de outras drogas.

A equipe do GTOP 44, suspeitou de um veículo parado no estacionamento do Flamingo Shopping. Após abordagem e revista nos passageiros, as drogas foram encontradas com o condutor do veículo.

(*) Romeu Pires/PMDF

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

COLUNA COMENTANDO VERSÍCULOS DA BÍBLIA por NANDO FERREIRA


Palavra de DEUS

 Mateus

1.19, Mas José, seu esposo, sendo justo e não a querendo infamar, resolveu deixá-la secretamente.

1.20   Enquanto ponderava nestas coisas, eis que lhe apareceu, em sonho, um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo.

1.21   Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.

1.22   Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor por intermédio do profeta:

1.23   Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus conosco).

1.24   Despertado José do sono, fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu sua mulher.

1.25   Contudo, não a conheceu, enquanto ela não deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Jesus.

2.1   Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém.

2.2   E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo.

1 João

4.7   Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.

Comentando

(*)Nando Ferreira
 Obs.: Enquanto acharmos que somente no natal é tempo de doar, abraçar, distribuir presentes, ser amável, dar "feliz natal” para todo mundo e não nos lembrarmos do que realmente aconteceu nesse dia (que foi a chegada do HOMEM que mudou toda a história da humanidade e nos deu a chance de sermos perdoados de nossos pecados), é o mesmo que ignorarmos a existência de JESUS já que todas essas ações que fazemos no natal tinham que serem feitas diariamente. Jesus não veio para mudar alguns dias do ano de nossas vidas, Ele veio mudar toda a história de nossas vidas. E que possamos sermos curados de toda a cegueira espiritual que o consumismo dessa época causa. Muitos acham que natal é apenas presentes, abraços, papai noel e coca-cola, mas na verdade é uma data para celebrar o nascimento do nosso salvador Jesus Cristo.

Viva o verdadeiro sentido do natal.

PARABÉNS JESUS!!!!!
OBRIGADO JESUS!!!!!

Ótimo e abençoado mês de Dezembro!

(*) Nando Ferreira é empresário, e colabora com o Jornal de Sobradinho - Edição 312 referente a primeira quinzena de Dezembro de 2016.

BOLETIM DE OCORRÊNCIA NA REGIÃO NORTE DO DF - SOBRADINHO


POLÍCIA MILITAR APREENDE ENTORPECENTES NA VILA DNOCS EM SOBRADINHO

(*) Fabiano Lopes


Por volta das 18h desta quinta-feira (8), policiais militares do Grupo Tático Operacional (Gtop 33) do 13º Batalhão apreenderam uma grande quantidade de entorpecentes em Sobradinho.

Os policiais intensificavam o patrulhamento na quadra 2 da Vila Dnocs quando vários suspeitos saíram correndo ao perceberem a aproximação da viatura policial. Eles entraram em uma casa e conseguiram fugir pulando pelos telhados das casas vizinhas. Após uma busca pela residência, foi localizado três tabletes de maconha, uma pedra de crack e mais 12 porções prontas para a comercialização. O material foi apreendido na 13º Delegacia.

 (*) Fonte: Fabiano Lopes/PMDF

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

COLUNA TEXTOS & TEXTOS


FIM DE ANO

 

 


(*) Geraldo Lima
(*) Por Geraldo Lima

 

 

Tarde molhada. Aqui, recolhido entre livros e assombros, lapidando o romance cravado ainda de impurezas e armadilhas verbais. Para o mais fundo da vegetação encharcada escorrega às vezes meu pensamento, mesclando-se ao coachar dos sapos e ao piar de algum pássaro em busca dos companheiros. Bom ver a chuva caindo assim, volumosa e constante, repondo o lençol freático, o nível de água nos reservatórios e nos livrando de racionamentos incômodos. Bom ver a natureza viva ao redor como um apaziguamento para a alma aflita e quase sem ilusões. Porque o mar não está para peixe! Dias loucos e tensos esses que antecederam este instante em que escrevo, e ainda tem mais, a morte ceifando rente. Vai chegar uma hora em que teremos que dizer: Chega! Precisamos urgentemente relaxar os nervos e desacelerar o coração. Mas tenho a impressão de que viveremos ainda dias e noites de tensão e receio. Depois do golpe, a Nave-Brasil vai à deriva, pondo em risco tudo o que foi construído dentro do jogo democrático. Por tudo isso e muito mais, 2016 há de ser lembrado como um dos anos mais dramáticos e esdrúxulos vividos pelos brasileiros. Avizinhamo-nos das bordas do abismo e tocamos as raias do absurdo a todo instante. Mas foi lindo ver a juventude indo à luta para garantir seus direitos, principalmente para evitar retrocessos na Educação. Há uma luz no fim do túnel e isso nos anima. Dizem que a esperança é a última que morre, tomara! Dizem que Deus é brasileiro, tomara! Dizem que somos o país do futuro, tomara! Desse modo, espero que em 2017 o país reencontre, enfim, os caminhos da Democracia e da paz social. Ou é isso ou marcharemos direto paras trevas.

Boas Festas para todos! 

 
(*) Geraldo Lima é escritor, dramaturgo, roteirista e colabora com o Jornal de Sobradinho.

MEIO AMBIENTE



Votorantim Cimentos conquista Prêmio ECO por Declarações Ambientais de Produto

Walter Dissinger e Malu Weber (centro) - Prêmio ECO
Promovida pela Amcham, premiação reconhece práticas sustentáveis inovadoras

 A Votorantim Cimentos foi uma das vencedoras na edição 2016 do Prêmio ECO, promovido pela Amcham (Câmara Americana de Comércio) em reconhecimento às empresas que adotam práticas socialmente responsáveis. Em evento de premiação realizado na noite de quarta-feira (07/12), a empresa venceu a categoria “Sustentabilidade em Produtos ou Serviços”, entre as empresas de grande porte, pela obtenção de declarações ambientais de produto.

Em junho deste ano, a Votorantim Cimentos obteve, por meio do sistema internacional Environmental Product Declarations®, declarações ambientais para cinco produtos de seu portfólio. Com essas declarações, que avaliam os impactos ambientais dos produtos ao longo de todo seu ciclo de vida, a Votorantim Cimentos foi a primeira do setor no Brasil a obter as declarações e a primeira companhia brasileira a registrá-las no programa internacional EPD.

“A certificação EPD contribui para incentivar a prática da análise do ciclo de vida não somente no setor de cimentos, mas em toda a cadeia de fabricantes e fornecedores da construção civil, a favor da construção sustentável. Este é mais um movimento alinhado com o nosso plano estratégico de sustentabilidade, buscando oferecer produtos cada vez mais ecoeficientes”, afirma Walter Dissinger, presidente da Votorantim Cimentos.

Criado pela Amcham em 1982 para reconhecer e divulgar a sustentabilidade empresarial, o Prêmio ECO já mobilizou mais de 2 mil empresas que inscreveram seus projetos ao longo das últimas três décadas no Brasil.

Sobre a Votorantim Cimentos

Presente no negócio de materiais de construção (cimento, concreto, agregados e argamassas) desde 1933, a Votorantim Cimentos é uma das maiores empresas globais do setor, com capacidade produtiva de cimento de 56,8 milhões de toneladas/ano e receita líquida de R$ 14 bilhões em 2015. A Votorantim Cimentos possui unidades estrategicamente localizadas próximas aos mais importantes mercados consumidores em crescimento e está presente em 13 países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, Índia, Marrocos, Peru, Tunísia, Turquia e Uruguai.

(*) Por Rosana Terra/Oficina da Comunicação

MEIO AMBIENTE


Impasse com Goiás ameaça Chapada dos Veadeiros


Na rodovia GO-118, que liga Brasília a Alto Paraíso de Goiás, a paisagem denuncia o avanço do agronegócio sobre o Cerrado, com lavouras de soja que alcançam a linha do horizonte. A região, uma das últimas fronteiras agrícolas de Goiás, abriga uma das mais importante formações do bioma, a Chapada dos Veadeiros, reconhecida em 2001 como Patrimônio Natural da Humanidade.

Às vésperas de completar 56 anos, o parque nacional criado para proteger a Chapada dos Veadeiros enfrenta um impasse para ampliar sua área de abrangência, que pode garantir a sobrevivência de quase 50 espécies ameaçadas de extinção e preservar formações do Cerrado até agora sem nenhuma proteção, como as matas secas.

Criado em 1961 com 625 mil hectares, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros sofreu sucessivas reduções de tamanho, até chegar aos 65 mil hectares atuais, cerca de 10% da área original. Em 2001, a ampliação para 240 mil hectares chegou a ser decretada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, mas foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por falhas no processo e pela não realização de audiências públicas, previstas na Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), que entrou em vigor em 2000.

Agora, uma nova chance de rever a redução da área preservada esbarra em um impasse como o governo de Goiás, que precisa dar o aval para a ampliação da unidade pela União.

“O Cerrado vem perdendo rapidamente sua cobertura vegetal. Proteger essas novas áreas na Chapada e integrá-las ao parque vai ajudar a segurar o futuro desse bioma. O momento é de seguir adiante e garantir esse último naco de Cerrado do Brasil Central”, defende o professor e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB) Reuber Brandão, que considera a ampliação do parque uma “escolha civilizatória”.

O chefe do parque, o analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Fernando Tatagiba, lista os riscos da desfiguração da abrangência da unidade federal.

“O que está em jogo é a conservação de uma área de extrema relevância para a preservação da biodiversidade. O que está em jogo é a proteção de um ecossistema que hoje não está protegido pelos limites atuais do parque, e está em jogo o estabelecimento de uma extensão para o parque nacional que é adequada para a conservação de espécies de fauna e flora ameaçadas de extinção.”

Ampliação – Após um processo que levou mais de cinco anos, entre a realização de estudos, consultorias, audiências e negociação política, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – responsável pela gestão das unidades de conservação federais – chegou a uma proposta que aumenta o parque dos Veadeiros de 65 mil hectares para 222 mil hectares, em área contígua, garantindo a implantação de corredores ecológicos e a manutenção do habitat de grandes mamíferos, como a anta e a onça-pintada, que precisam de grandes extensões.

No começo de novembro, a proposta foi repassada a representantes dos governos federal, de Goiás e do município de Alto Paraíso, de entidades ligadas ao agronegócio e da sociedade civil. O texto do decreto de ampliação está inclusive pronto na Casa Civil para ser assinado pelo presidente Michel Temer.

“Sentaram em volta da mesma mesa o governo do estado, produtores, a prefeitura de Alto Paraíso de Goiás, o Ministério do Meio Ambiente e a sociedade civil e acharam essa proposta aceitável do ponto de vista da conservação e do ponto de vista do interesse das pessoas que habitam a região”, conta Tatagiba.

No entanto, no dia 29 de novembro, a Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos de Goiás (Secima) divulgou uma contraproposta do governo estadual que exclui da ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros todas as terras que ainda dependem de regularização fundiária, ou seja, onde não há título de propriedade. Sem essas áreas, apenas 90 mil hectares poderiam ser anexados ao parque, em um desenho descontínuo, com buracos na unidade de conservação.

Peneira – Representante do governo, o secretário-executivo do Conselho Estadual de Meio Ambiente de Goiás, Rogério Rocha, reconhece que a contraproposta faz a área de expansão do parque “parecer uma peneira” por causa dos espaços das terras devolutas (sem titulação). “Não é agradável de se ver, mas tem um motivo”, justifica.

O principal argumento é que a desapropriação das áreas pela União nas terras não tituladas vai prejudicar as famílias que vivem na faixa a ser anexada. Sem título de propriedade, os posseiros não têm direito a indenização pela terra, apenas pelas benfeitorias, como sede das fazendas, currais e demais estruturas.

“Na verdade, nós concordamos com 100% da proposta original feita pelo ICMBio e pelo Ministério do Meio Ambiente. A questão é que vamos precisar de tempos diferentes para a concretização. Nós propomos, de imediato, a expansão em 90 mil hectares e os outros 68 mil hectares após o final da regularização fundiária”, argumenta.

Segundo Rocha, das cerca de 500 propriedades da área de provável expansão do parque, 230 não têm posse definitiva, a maioria de pequenos produtores.

Ambientalistas, no entanto, apontam que interesses de grandes proprietários rurais e até do setor da mineração orientaram a contraproposta estadual para a ampliação dos Veadeiros. O governo goiano nega.

“Nossa proposta desagrada o governo federal, que queria 100% da ampliação, e os grandes produtores da região, que querem manter o seu direito a propriedade privada. Só que ela respalda o pequeno. Essas 230 famílias são pequenos produtores, de subsistência, que vivem dessa terra para existir, não têm essa terra lá pra especular. Diferentemente de grandes produtores, que estão fazendo lobby para que a expansão do parque não aconteça”, rebate o secretário executivo.

A contraproposta do governo goiano também não agradou o agronegócio do estado. O vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Marcelo Lessa, diz que a alternativa apenas ameniza os prejuízos dos produtores com a nova demarcação. “Nossa preocupação é justamente com o direito de propriedade dos proprietários rurais que estão inseridos na área de ampliação. Em nenhum momento a federação se posicionou contrária à ampliação, mas tem que haver segurança jurídica”.

Para a Faeg, a eventual ampliação do parque nacional deveria se feita em etapas. “Primeiro, regularizar as propriedades; segundo, estudar essas áreas de ampliação com uma espécie de zoneamento e depois abrir um ato voluntário para criação de RPPNs [Reserva Particular do Patrimônio Natural] e em último momento usar o poder de desapropriar para ampliar”, sugere.

Biólogo de formação, o representante da Faeg diz que o debate sobre a ampliação da área protegida dos Veadeiros é maniqueísta e coloca o agricultor como vilão. “Tem que parar com essa polarização entre ruralistas e ambientalistas. Em nenhum momento a gente foi contra a proposta, mas quando a gente fala na ampliação do parque, a discussão é muito polarizada. Já chegaram a dizer que a ampliação afetaria apenas quatro famílias, um dado absurdo, na verdade são 516.”

Mais prazo – De acordo com Rogério Rocha, do governo estadual, a estimativa é que a regularização fundiária pendente na região de ampliação do parque leve de sete a oito meses para ser concluída e, em seguida, Goiás dará a anuência para que a União leve a cabo a proposta original de dar à unidade de conservação os 222 mil hectares propostos inicialmente.

“Não estou falando de 20 ou 30 anos para a frente. Estou falando de sete meses, é um prazo muito curto. A ampliação para 90 mil hectares já está autorizada agora, mais 68 mil [hectares] daqui a sete ou oito meses. A empresa que fará o georreferenciamento será contratada por pregão agora em dezembro, em janeiro ela já está trabalhando, em 40 dias termina os estudos, aí nós vamos ter até julho para fazer todo o processo burocrático, passar pela Procuradoria-Geral do Estado para fazer a titulação”, prevê.

“Enquanto se discute mais esse tempo, tem áreas sendo desmatadas agora. Enquanto o parque não existe, há inclusive autorização para desmatamento legal. Qualquer prazo é demais porque deixa a vegetação fragilizada”, disse uma fonte do governo federal.

A coalização de organizações ambientalistas que defende a ampliação imediata do parque no formato integral também não concorda com o adiamento e vai fortalecer a mobilização pela proposta original do ICMBio. “A Coalizão Pró-UCs continuará aportando todo o conhecimento disponível para que Goiás tome uma decisão que leve em conta a conservação da biodiversidade e não apenas critérios fundiários. Precisamos de limites que façam sentido do ponto de vista ecológico e de gestão”, ressalta a coordenadora do Programa de Ciências do WWF Brasil, Mariana Napolitano.

O agronegócio também pretende se mobilizar e promete ir a Brasília, por meio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para pressionar o Ministério do Meio Ambiente a flexibilizar a demarcação da nova área do parque.

O impasse deve durar pelo menos até a volta ao Brasil do ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, que participa, em Cancún (México), da Conferência das Partes da Biodiversidade, que discute justamente estratégias para proteção do patrimônio natural do planeta. A reunião termina no dia 17 de dezembro.

Segundo o chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Fernando Tatagiba, a demora em devolver ao parque a área considerada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no reconhecimento da região como Patrimônio Natural da Humanidade pode levar a entidade a colocar o título em risco, expondo o Brasil a um constrangimento internacional.

(*) Fonte: Agência Brasil – fotos Google Images

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

INFORME PUBLICITÁRIO


VIOLÊNCIA


CAIXA ELETRÔNICO DO BANDO DO BRASIL, NA RUA 5  LOCALIZADO ENTRE AS QUADRAS CINCO/SETE É EXPLODIDO POR BANDIDOS.

(*) Claudio Martins

Por volta das 3h40 de quarta-feira, 07/12, pelo menos quatro caixas eletrônicos do Banco de Brasil, localizada nas entre quadras 05/07 de Sobradinho foram alvos de criminosos. Não se sabe o valor roubado pelos criminosos.

Segundo informações, quatro indivíduos armados chegaram no banco por volta das 3h40 em um veículo e colocaram explosivos nos caixas eletrônicos. Eles saíram do local e detonaram os explosivos. A ação durou cerca de oito minutos e os ladrões fugiram em direção à Sobradinho II.

Policiais do BOPE foram acionados para o local e não localizaram explosivos que não foram detonados. A Polícia Civil está realizando a perícia no local.


(*) Fonte: Claudio Martins/blog informativo flagrante

BOLETIM DE OCORRÊNCIA NA REGIÃO NORTE DO DF - SOBRADINHO


POLÍCIA PRENDE SIMULACRO NA BR 020

(*) Wyslan Teles


Durante deslocamento, por volta das 2h40,  do último dia 5/12 , uma equipe do 2º BPEsc na BR 020, sentido Planaltina/Sobradinho, os policiais se depararam com um carro que estava devagar na pista atrapalhando o trânsito, no intuito de ajudar a equipe encostou a viatura do outro lado da via para verificarem o que estava acontecendo.

Nesse momento um policial que estava a paisana, vinha atrás em seu carro observando toda a situação, foi quando ele viu que os indivíduos arremessaram um objeto para fora do veículo. O policial a paisana foi até os policiais se identificando e passou a situação, os policiais logo renderam os suspeitos para fazerem a varredura a fim de encontrar o objeto.

Durante as buscas encontraram um simulacro e constataram que o carro era produto de roubo. Os suspeitos foram presos e o proprietário do veículo que era produto de roubo foi localizado tendo o seu veículo restituído.

(*) Fonte Wyslan Teles/PMDF

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

SAÚDE PÚBLICA

Força-tarefa vistoriou 1,7 milhão de imóveis à caça do Aedes aegypti

Há um ano, governo intensificou ações e criou uma sala de gerenciamento para combater focos do mosquito, além de monitorar casos de dengue, chikungunya e zika vírus

(*) JADE ABREU

força-tarefa de combate ao Aedes aegypti vistoriou 1.738.621 imóveis desde que foi criada pelo governo de Brasília, em dezembro de 2015. Nesse período, as operações encontraram nas casas visitadas 24.447 focos do mosquito transmissor de dengue, da chikungunya, do zika vírus e, mais recente, da febre do mayaro.

Há um ano, o governo intensificou ações e criou uma sala de gerenciamento para combater focos do Aedes Aegypti, além de monitorar casos de dengue, chikungunya e zika vírus.

A caçada valeu a pena porque a quantidade de focos de transmissão diminuiu no Distrito Federal. Os números estão registrados na sala de situação ― espaço, no quartel do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar, que reúne representantes de órgãos do governo local, com o objetivo de coordenar as ações contra o inseto.

Dezembro do ano passado foi o mês com o maior número de ocorrências de focos do mosquito encontrados nas vistorias, na comparação com os períodos seguintes. Do total de aproximados 24 mil criadouros, 13,7 mil são relativos a dezembro.

"Depois que as vistorias se tornaram semanais, e com a articulação para conscientizar a população, a quantidade de focos diminuiu" Daniela Ferreira, tenente do Corpo de Bombeiro

Para a tenente do Corpo de Bombeiros Daniela Ferreira, envolvida com a força-tarefa, essa concentração em um mês pode ser explicada como um resultado das ações contra o mosquito feitas pelo governo. “Depois que as vistorias se tornaram semanais, e com a articulação para conscientizar a população, a quantidade de focos diminuiu.”

Ela afirma que a expectativa para o próximo ano é que a organização seja mantida para que as ações continuem de forma intensificada.

Uso de equipamentos para evitar a proliferação do mosquito

Além da sala para controlar a quantidade de criadouros, o governo apostou em novos equipamentos para enfrentar o Aedes. De acordo com Petrônio Lopes, gerente de Vigilância Ambiental e Ações de Campo, da Secretaria de Saúde, uma das aquisições foi o Bacillus Thuringensis Israelense (BTI) ― composto biológico que elimina pragas sem contaminar o ser humano.

Desde janeiro, veículos pulverizadores de inseticida, os fumacês, passaram por 573 mil imóveis. Profissionais da vigilância ambiental também aplicaram o veneno dentro de 3.072 domicílios. Ainda foram feitas visitas a 4,7 mil pontos estratégicos ― locais que tendem a ter mais criadouros, como floriculturas, borracharias e cemitérios.

As ações foram intensificadas principalmente em manejo ambiental para diminuir os casos no próximo ano Petrônio Lopes, gerente de Vigilância Ambiental e Ações de Campo

A partir de maio, a vigilância instalou 1.239 armadilhas. Segundo Lopes, os equipamentos dificultam a proliferação de larvas e foram colocados em hospitais, escolas e órgãos públicos. “As ações foram intensificadas principalmente em manejo ambiental para diminuir os casos no próximo ano”, justifica o gerente.

Mayaro: a nova doença causada pelo Aedes aegypti

A febre do mayaro é uma doença infecciosa aguda, transmitida pela picada do Aedes aegypti. Por ser similar a outras viroses e permitir a melhora sem tratamento, raramente é diagnosticada. Segundo a Secretaria de Saúde, até o momento, não há registro da doença no DF.

Parte dos pacientes pode apresentar queixa de artralgia (dor nas articulações) intensa, acompanhada ou não de edema. A lesão pode ser incapacitante e durar meses. Mas normalmente o paciente se recupera em uma ou duas semanas.

Mayaro e chikungunya pertencem à família dos alfavírus. Por serem relacionados antigenicamente (capacidade de produção dos mesmos anticorpos), podem ocorrer reações cruzadas em seu diagnóstico.

A doença começou a ser registrada pelo Ministério da Saúde neste ano. De acordo com o informativo epidemiológico divulgado pelo órgão federal em 25 de novembro, 70 pessoas tiveram a febre mayaro confirmada. Delas, 60 são de Goiás, 9 do Tocantins e uma do Pará.
(*) fONTE: JADE ABREU, EDIÇÃO:  VANNILDO MENDES, FOTOS: Toninho Tavares/Agência Brasília

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

EMPREENDEDORISMO


Homem que constrói carros no quintal de casa faz sucesso em Sobradinho

Os veículos são montados em uma oficina que ele tem na própria casa


O carro vermelho foi o último construído pelo aposentado. Demorou seis meses para ficar pronto – Crédito de foto: Higor Sousa/JS


Construir um carro do jeito que quiser, utilizando peças que valorizem e diferenciem o veículo, era um sonho que se tornou realidade para o morador de Sobradinho Carlos Cesar Oliveira, de 49 anos, que é aposentado do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.

 
Casado e com dois filhos, Oliveira recebeu a equipe do Jornal de Sobradinho em sua casa, no Grande Colorado, e contou como é toda a preparação de seus veículos. Conforme ele relatou, o último carro demorou seis meses para ficar pronto. “Tive ajuda de toda a minha família”.

 
Ele explica que sempre teve vontade de construir os próprios carros, mas nunca havia colocado a ideia em prática. Até que em 2004, tomou iniciativa e começou o trabalho. “Na antiga Finatec (Fundação de Empreendimento Científicos e Tecnológicos) descobri que poderia fazer um veículo artesanal para emplacar e rodar na rua. Foi aí que comecei. Desenvolvi o primeiro veículo em 2004 e terminei no ano seguinte”.
 

Carlos Cesar Oliveira esclarece que muito antes de o carro ficar pronto e emplacado, há todo um trabalho. “Faço a ideia na cabeça, explico para um engenheiro, montamos a maquete e começo a comprar as peças. Com elas em mãos, inicio o trabalho de montar a estrutura do veículo”.

 
Quatro veículos já foram construídos pelo aposentado do Corpo de Bombeiros, sendo um em 2005, outro em 2007, mais um 2009 e o último em 2011, que foi desenvolvido com peças do novo Fox. “Nesse, eu gastei uma média de R$ 17 mil. O mais caro foi o preto, que é conversível. Nele eu gastei quase R$ 27 mil”, expôs Oliveira, que monta os carros em uma oficina que tem em casa.
 

No veículo preto, Carlos Cesar gastou quase R$ 27 mil – Crédito de foto: Higor Sousa/JS.
 

Bem informado sobre a possibilidade de ter um veículo artesanal, Carlos Cesar Oliveira afirma que a legislação brasileira permite que cada pessoa pode construir até três carros artesanais por ano. “A pessoa pega a ideia e contrata um engenheiro. Depois do carro pronto, você leva o veículo ao Detran (Departamento de Trânsito) e tem todo um trâmite. Mas acaba valendo a pena”.
 

 
 
Questionado sobre o modelo do carro que consta na documentação, Cesar revela que o Detran insere o nome do proprietário. “Na documentação do meu carro vermelho é escrito Cesar e na documentação do outro está como Cesar Piloto”.

 
Segundo ele, é sempre um sucesso quando esses veículos saem de dentro de casa. De acordo com o aposentado, quando vão à rua, muitas pessoas param e perguntam onde o carro foi comprado e pedem para tirar fotos. “O pessoal pede para entrar no carro, tiram fotos, acenam e querem saber como eu fiz”. Carlos agradece o trabalho que desenvolveu durante anos no Corpo de Bombeiros e que o órgão lhe deu uma vasta experiência sobre veículos. “Toda minha vida foi no Corpo de Bombeiros e lá eu ficava na oficina. Portanto, tive bastante base para entender bem sobre isso”, comemora o aposentado.
 

(*)Por Higor Sousa/JS – (texto e fotos)  Exclusivo para a Edição 312 do Jornal de Sobradinho -  Referente a primeira quinzena de dezembro de 2016.

PERSONALIDADE DE SOBRADINHO


Dona da primeira academia de dança da cidade conta sua história ao Jornal de Sobradinho

Wanja Motta é dona de uma escola na quadra 5, a qual tem sete professores e 200 alunos
 

Nascida em Belém do Pará, Wanja chegou a Brasília em 1978- Crédito de foto: Higor Sousa

Bastante conhecida na região, a professora Wanja Motta, de 59 anos, que foi quem abriu a primeira academia de dança na cidade, abriu o coração e contou um pouco da sua história ao Jornal de Sobradinho. Ela, que é dona de uma escola na quadra 5, a qual tem sete professores e 200 alunos, expôs sua paixão pelo ballet.

Nascida em Belém do Pará, Wanja chegou a Brasília em 1978, logo após se casar e deixar a cidade que sempre morou. “Lá no Pará eu estava noiva. Casei em dezembro de 1977 e em janeiro do ano seguinte cheguei aqui. Na época, meu sogro era senador. Ele se mudou com toda a família para Brasília e eu vim junto”. Antes de se mudar para a capital do País, a professora de dança já era dona de uma academia em Belém. “Morei durante um tempo no apartamento dos senadores, mas meu sonho era ter o meu próprio canto”. Ela explica que foi aí que conheceu Sobradinho. “Percebi que era uma cidade dormitória e muito tranquila para se viver”.


Logo que se mudou para Sobradinho, Wanja percebeu que não havia nenhuma escola de dança na região, principalmente voltada ao ballet, sua grande paixão. “A minha escola de dança foi a primeira montada aqui. Fui a pioneira. Minha instituição foi muito bem aceita por todos. Na época, cheguei a ter quase 500 alunas”.
 

Conforme explicou a professora, muitas das suas alunas hoje são profissionais de dança. “Algumas delas se tornaram professoras de ballet. Outras, inclusive, já são donas de academia, como a Mônica Maia, que é dona de uma academia no Lago Norte”.


A paixão pela dança, principalmente pelo ballet, começou muito cedo. Desde os três anos de idade, a mãe de Wanja, Enid Motta, colocou a filha para desenvolver o que mais gostava, que era a dança. “Minha mãe é a minha maior fã e incentivadora”, contou emocionada a professora. Enquanto morava no Pará, ela fez parte de um grupo do professor Augusto Rodrigues. “Lá, dançávamos no Teatro da Paz. Fiz muitas viagens, como por exemplo, para o Rio de Janeiro e São Paulo. Uma vez estive na Europa também, onde fiz um curso”. Apesar de Wanja Motta ter se formado em Educação Física e ter a possibilidade de atuar em diversas áreas, ela esclarece que não troca o ballet por nada.
 

Quando mais nova, Wanja Motta viajou para vários lugares, inclusive para a Europa, onde fez cursos de ballet – Crédito de foto: Higor Sousa/JS


Divorciada e mãe de dois filhos, Wanja Motta conta que é apaixonada pelas duas netas que têm. “Tenho um filho e uma filha. Ela me deu duas maravilhosas netas. Uma tem cinco anos e a outra tem dois. Ambas já fazem ballet”, brinca a professora. Emocionada, Wanja comemora que já ganhou diversos prêmios, tanto pela Administração Regional quanto pela Divisão de Cultura. “Recentemente, um professor nosso, que dá aula aqui, o Luiz Fernando, montou um grupo e ganhou uma competição na França. Foi tudo muito lindo”.


Wanja Motta é avó de duas garotas. Uma com cinco anos e a outra com dois. Ambas já são alunas de ballet – Crédito de foto: Higor Sousa/JS

 
Além de ser conhecida por causa da academia, Wanja Motta também se tornou popular na região porque montou uma boate, na época conhecida como Galpão 17, e era dona de um veículo de comunicação local. “Essas três coisas me tornaram bastante famosa em Sobradinho. Fiz os primeiros bailes de debutante aqui. Mandávamos buscar os artistas da Globo e tudo. Construí o meu nome”, comemora a professora.
Professora de balé Raquel Lamar. Dá aula na escola da professora Wanja
Turma de ballet infantil da professora Raquel Lamar


(*)Por Higor Sousa/JS – (texto e fotos)  Exclusivo para a Edição 312 do Jornal de Sobradinho -  Referente a primeira quinzena de dezembro de 2016.

CURIOSIDADES DA CIDADE SERRANA


Com 10 anos de existência, Associação Amigos do Dominó conta com mais de 60 membros

Cada pessoa contribui com uma quantia de R$ 3,00 para manutenção do local e compra dos jogos


Segundo o presidente da Associação Amigos do Dominó, o local existe desde 2006 – Crédito foto: Higor Sousa/JS

 
Fundada há uma década, a Associação Amigos do Dominó já conta com mais de 60 membros, sendo que cada um contribui com uma quantia de R$ 3,00 por mês para compra de dominó, dama, manutenção do local, festa de aniversário e ajuda ao associado que precisar.


Localizada a poucos metros da Rodoviária de Sobradinho, a Associação Amigos do Dominó é um local coberto e bastante arborizado. Quem passa ali por perto, fica curioso em saber o que aqueles senhores de idade estão fazendo. Foi o que aconteceu com a advogada Kamila Couto, de 33 anos, que foi visitar a irmã na região. “Eu sou uma pessoa bastante curiosa. Vi esses homens aqui jogando dominó e vim saber o que era. Achei interessante a história deles e como organizam tudo”.
 

De acordo com o presidente do local, Manoel Braz, de 85 anos, a associação foi fundada em 2006. “Aqui é muito divertido. É um passa tempo, onde fazemos muita amizade”. O encontro deles acontece de segunda a sábado, das 13h às 19h. Segundo Braz, o dia mais movimentado é aos sábados. “Geralmente vem cerca de 30 pessoas. Mas tem vezes que chega a 40 ou 50”.
 

Conforme explicou o associado Carnaíba de Sousa, de 74 anos, eles nunca tiveram incentivo do governo. “Tudo aqui depende exclusivamente da gente. Nossa contribuição é para comprar os jogos e manter o local arrumado. Uma vez por mês a gente se reúne para comemorar os aniversariantes do mês, quando compramos bolo e refrigerantes”. Ele também contou que se algum membro do grupo precisar comprar remédio ou tiver algum problema de saúde, eles se organizam para ajudar aquele associado.


A Associação Amigos do Dominó está localizada a poucos metros da Rodoviária de Sobradinho – Crédito foto: Higor Sousa/JS


O mais novo membro da Associação Amigos do Dominó é o aposentado Laércio Júlio, de 59 anos, que entrou há três meses. Ele mora em Sobradinho há 15 anos e conta que sempre que passava pela quadra Central, via diversos homens jogando dominó. “Um dia resolvi parar e entendi o que acontecia. Eles me convidaram para entrar na Associação. Hoje estou muito feliz por ter tantos amigos. Aqui é um local onde eu me sinto muito bem”.


(*)Por Higor Sousa/JS – (texto e fotos)  Exclusivo para a Edição 312 do Jornal de Sobradinho -  Referente a primeira quinzena de dezembro de 2016.