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segunda-feira, 7 de abril de 2014

ARTIGO: Tráfico e a Violência Não Desapareceram



Fazendo jus a tradição de promotora de um estilo de vida sem drogas, vida e saúde entram no debate mundial da legalização da maconha e mostra que liberar o uso, seja ele “medicinal ou recreativo”, envolve consideráveis riscos a saúde pública.
Como remédio é desnecessária porque, embora tenha ação analgésica, sedativa antiemética, já existem centenas de medicamentos substancialmente provados para tudo isso. E, como disse a neurologista Lúcia Machado Haertel, em carta a veja, “se a maconha fosse realmente insubstituível, os laboratórios farmacêuticos já teriam isolado em comprimidos apenas seu componente medicinal. Na verdade, ela é um péssimo remédio e seu uso medicinal é de um cinismo explícito.”

Como recreativa, a cannabis também não se sustenta, ate mesmo do ponto de vista semântico. Recreativo se aplica a algo que recria, renova e restaura. Não pode ser recreativa uma droga euforizante e que deprime. Não pode ser recreativo o principio ativo da maconha, o THC, porque ele aumenta os sintomas da ansiedade, pode desencadear a esquizofrenia  e ataques de pânico. A fumaça da maconha é rica em substancias carcinogênicas que promovem doenças respiratórias e pulmonares. Fumar maconha piora o desempenho escolar e profissional e aumenta o risco de acidentes no trânsito.

Finalmente, é importante perguntar a quem interessa a legalização, porque ela não trará os benefícios que alegam seus defensores.

Álcool e cigarro são drogas liberadas, nem por isso, conseguem evitar as mortes no trânsito, cansadas pela embriagues, como também, as mortes provocadas pelo câncer de pulmão, cansadas pelo cigarro.


Por Olavo da Silva Aguiar/Abril 2014 - Fonte: Revista Vida e Saúde.


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